Editora Brisa Ciência
CiênciaAlém do Óbvio
descobertas que ampliam o jeito de ver o mundoEdição digital
Receba
01Perguntas02Descobertas03Arquivo
Ciência · reportagem

Ranking das cobras mais venenosas do mundo e do Brasil

Um levantamento global e nacional mostra quais serpentes apresentam maior risco à saúde humana.

Ciência explicadaPerguntasDescobertasArquivo
Capa fotográfica da fonte da Além do Óbvio: Ranking das cobras mais venenosas do mundo e do Brasil
Foto: Bruno Carbinatto
CompartilheWhatsAppFacebookX

Segundo o Superinteressante, mais de 1 milhão de acidentes com serpentes peçonhentas ocorrem anualmente no planeta, dos quais mais de 50 mil resultam em mortes. O artigo apresenta um ranking das espécies mais venenosas, destacando tanto a escala mundial quanto a brasileira. No topo da lista internacional figura a cobra marinha, seguida pela taipan do interior e pela víbora do interior. No Brasil, a cascavel-pintada ocupa o primeiro lugar, seguida pela jararaca e pela mamba. A classificação baseia‑se em estudos de toxicologia que avaliam a potência do veneno, a taxa de mortalidade e a frequência de incidentes.

O texto ressalta que a mortalidade não depende apenas da toxicidade, mas também da rapidez no atendimento médico e da disponibilidade de antiveneno. Em regiões onde o acesso a hospitais especializados é limitado, a taxa de óbitos tende a ser maior. O artigo também menciona que, apesar de algumas espécies serem mais perigosas, a maioria dos encontros com serpentes não resulta em envenenamento.

Para reduzir os riscos, o Superinteressante recomenda evitar áreas de floresta densa, usar calçados fechados e manter a casa livre de roedores, que atraem as cobras. Em caso de mordida, é crucial buscar atendimento imediato e manter a vítima imóvel para diminuir a circulação do veneno.

A publicação conclui que a conscientização e a educação sobre o manejo de serpentes são fundamentais para diminuir o número de acidentes. O artigo oferece links para mais informações sobre antivenenos e protocolos de primeiros socorros.

O Superinteressante destaca que a pesquisa continua em andamento, com cientistas estudando novas formas de antiveneno e estratégias de prevenção. A informação é útil para profissionais de saúde, educadores e o público em geral que vive em áreas de risco.

Fonte originalSuperinteressanteReferência indicada para transparência. O texto publicado é de responsabilidade editorial da Além do Óbvio.
Newsletter Além do Óbvio

Uma boa leitura, no tempo certo.